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OFICINAS PERMANENTES E GRATUITAS NO MAM-BA EM SALVADOR
 

   

                                  Dentro da sua estratégia de aproximação permanente com a população de Salvador e de oferecer formação qualificada durante o ano todo, o MAM-BA mantém há vários anos um programa de aprendizado de artes plásticas, oferecendo cursos inteiramente gratuitos nas suas Oficinas de Artes Plásticas.
Orientados por artistas plásticos experientes e atuantes, como Caetano Dias, Paulo Pereira, Antonello L’Abbate, Hilda Salomão, Bárbara Suzarte, Isa Moniz, Zú Campos, Zeca Araújo, Renato Fonseca, Ayrson Heráclito, Iuri Sarmento, Edgar Oliva, Márcia Abreu, Beth Sousa, Betânia Vargas e Almandrade, os alunos das Oficinas têm a oportunidade de experimentar um variado leque de linguagens artísticas, cada uma delas fundamentada num consistente programa didático, com muitos elementos teóricos e práticos.

                                  Pintura, gravura, desenho, papel reciclado, processos contemporâneos e História da Arte são algumas das opções entre 16 cursos oferecidos. Todos os anos, os alunos das Oficinas do MAM realizam esta mostra, que sempre atrai um bom público ao museu, dando oportunidade para que eles, não só exibam o que estão criando, mas possam se familiarizar com os processos que envolvem a organização de uma exposição de arte.

                                        Todos os anos, os alunos das Oficinas realizam uma exposição, como forma de mostrarem ao público o que estão produzindo, além de garantir o aprendizado prático da lógica das exposições. Na apresentação da mostra Destaque 2003, a´resentada no primeiro semestre deste ano, o crítico de arte Luiz Camilo Osório pontuou n aapresentação da exposição que “é sabido que arte não se ensina; mas seria um equívoco consluir com isso que só faz arte quem é inspirado ou dotado espontaneamente pela natureza. Entre os dois equívocos – do ensino acadêmico e do gênio inspirado – abre-se um espaço interessante para as escolas e oficinas de arte. Trocando em miúdos e soando paradoxal – afinal, a arte adora os paradoxos – arte não se ensina, mas pode ser aprendida. Ou seja: pose-se ter uma formação de artista”.

                                        Para Heitor Reis, diretor do MAM-BA, “abrir espaço para que a população possa pensatr e produzir artes plásticas, bem como para que esses novos talentos possam se expressar, além de possibilitar ao público o conhecimento do que eles estão produzindo, tem o aspecto de introduzir cada vez mais pessoas no universo das artes plásticas, não só como conhecedores e admiradores, mas também como agentes da produção plástica na Bahia”.

 

                                         
                                      Fonte: http://www.mam.ba.gov.br

 

 

  22-05-05